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Ranking da corrupção em 2016

por Mäyjo, em 10.01.18

estudo feito.jpg

Estudo, feito pela Transparência Internacional, analisa perceção da população dos países sobre a corrupção; Dinamarca e Nova Zelândia lideram ranking como menos corruptos.

O ranking leva em consideração a perceção que a população tem sobre a corrupção entre servidores públicos e políticos. Quanto melhor um país está situado no ranking, menor é a perceção da corrupção por seus cidadãos.

A pontuação do ranking vai de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente).

A Somália, com 10 pontos no ranking, é o país com maior perceção de corrupção dentre as nações analisadas. O país africano ocupa a última posição no ranking pelo décimo ano consecutivo.

 

 

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publicado às 11:01

E se o talão de supermercado mostrasse quantas calorias estás a comprar?

por Mäyjo, em 19.03.16

E se o talão de supermercado mostrasse quantas calorias estás a comprar?

Designer britânico acredita que supermercados podem ajudar a resolver "epidemia da obesidade".

talao.png

Os recibos de supermercado deviam introduzir gráficos com informação nutricional para ajudar a resolver a "epidemia da obesidade". A proposta de Hayden Peek, designer britânico, passa pela utilização de cores semelhantes às que já são utilizadas em alguns alimentos. Os dados nutricionais estariam no sistema do supermercado e quando o utilizador fazia a compra podia ter no recibo uma visão das opções que fez: "Com esta informação, a complexidade da questão é desmontada e com um simples gráfico é possível ter uma ideia de quão saudável é a dieta", resume. 

 

"Imagine uma mãe que vai fazer compras para a família. E semana após semana, o talão do supermercado permanece vermelho. Por quanto tempo pode ela ignorar esta informação? Quanto tempo passará até ela entrar em acção e fazer algumas mudanças?", questiona o designer. 

 

Segundo dados disponibilizados por Hayden Peek, a Organização Mundial de Saúde prevê que 74% dos homens e 64% das mulheres no Reino Unido serão obesos em 2030. 

 

in: P3

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publicado às 15:21

Geografia dos regimes democráticos em 2015

por Mäyjo, em 14.01.16

Geografia dos regimes democráticos em 2015.png

 

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publicado às 14:44

Uma em cada cinco crianças no mundo não recebe vacinação de rotina

por Mäyjo, em 09.12.15

vacinagripe

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou ontem que uma em cada cinco crianças no mundo não recebe as vacinas de rotina e que anualmente um milhão e meio de menores morre de doenças contra as quais existe vacinação.

“Um total de 18,7 milhões de crianças com menos de um ano não receberam a vacina contra a difteria, como recomendamos”, disse o responsável pelo departamento de vacinação da OMS, Philippe Duclos.

A agência das Nações Unidas manifestou ontem a sua preocupação face à corrente que defende a não utilização de vacinas, um dos aspetos que dificulta as metas mundiais de imunização.

Para o responsável, não é possível traçar o perfil das pessoas que recusam a vacinação com base em parâmetros como a classe social, escolaridade, nacionalidade ou origem étnica

De acordo com Philippe Duclos, um alto nível de educação não significa a aceitação automática das vacinas.

Também não depende do nível socioeconómico do país, segundo frisou o responsável, que recordou um caso registado numa região do Reino Unido, onde várias pessoas defendiam que certas vacinas provocavam graves doenças neurológicas nas crianças.

O representante da OMS também mencionou um caso mais recente verificado em França, onde também existiu uma corrente contra a vacina da hepatite B.

Philippe Duclos explicou que a recusa da vacinação pode ser atribuída a vários fatores, como as crenças baseadas em mitos, a desinformação, a desconfiança face aos profissionais de saúde e ao sistema sanitário, a influência dos líderes comunitários, os custos e as barreiras geográficas.

O medo de agulhas também pode funcionar como um impedimento. Sobre este aspeto, a OMS vai publicar em breve um conjunto de recomendações para atenuar a dor no momento da injeção.

“Não existe uma estratégia única, mas poderá passar pela participação de líderes influentes para promover a vacinação junto das comunidades, pela mobilização social, pelos meios de comunicação, bem como pela criação de melhores acessos à vacinação”, disse o perito.

A taxa de vacinação a nível mundial é atualmente de 86% e o objetivo da OMS é chegar aos 90% até ao final deste ano.

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publicado às 17:11

PORTUGAL EM 26º LUGAR NO ÍNDICE DE MISÉRIA

por Mäyjo, em 26.09.15

Portugal em 26º lugar no índice de miséria (com LISTA)

Portugal encontra-se no 26º lugar no índice de miséria, um indicador criado pelo economista Arthur Melvin Okun e que pretende medir a deterioração económica de um país. Em relação ao ano anterior, Portugal sobe um lugar – ou seja, passou para uma conjuntura mais negativa – mercê sobretudo da taxa de desemprego.

Apesar de pouco conhecido como indicador, o índice de miséria ajuda a perceber o que se passa, economicamente, em cada país. Para o calcular ponderam-se três variáveis: o nível de desemprego dos países, o nível das taxas de juro e a taxa de inflacção, juntamente com a taxa de crescimento per capita do PIB de cada país.

Segundo o El Blog Salmon, o resultado reflete o empobrecimento dos cidadãos dos diferentes países, de forma a que quão maior seja o índice, maior é a pobreza.

Criado por Okun, o índice foi modificado em 1999, por Robert Barro, economista da Universidade de Hardval e, no ano seguinte, por Steve Hanke, economista da Universidade John Hopkins.

O ranking deste ano é liderado pela Venezuela, com 79,4 pontos, seguida do Irão, Sérvia, Argentina (a foto retrata os subúrbios de Buenos Aires), Jamaica, Egipto e, imagine-se, da Espanha. África do Sul, Brasil e Grécia completam o top 10.

 

 Foto:  Roger Schultz / Creative Commons

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publicado às 18:53

IÉMEN SEM ENERGIA PARA PÔR HOSPITAIS A FUNCIONAR

por Mäyjo, em 14.05.15

hospital_SAPO

Se é fã da série televisiva The Walking Dead, passada num futuro pós-apocalíptico, sabe que os personagens passam muito do seu tempo à procura de mantimentos, combustíveis, equipamentos médicos e medicamentos que lhes permitam viver mais um dia.

No Iémen, este cenário não é ficção mas uma realidade bem presente. Que o diga Hamoud al-Jehafi, médico do Yareem Public Hospital da cidade de Ibb, no centro do país, e que passa pouquíssimo tempo com os seus pacientes. Segundo o Irin, a preocupação principal de al-Jehafi é encontrar combustível para manter as luzes do hospital ligadas. A tal ponto que não tem tido tempo para curar os seus pacientes.

“Há cinco dias que não temos energia no hospital e a petrolífera do Iémen diz-nos que só nos pode entregar mais dentro de dois dias”, explicou o médico. “Ando há muito tempo à procura de diesel para os frigoríficos”, concluiu.

Segundo o Irin, os médicos estão a operar pacientes às escuras e faltam medicamentos vitais para o funcionamento do hospital, que fica numa zona de guerra.

Nas últimas semanas, a eléctrica pública apenas forneceu algumas horas de electricidade por dia na capital, Sana’a (na foto), e muito menos nas outras cidades. A rede de telecomunicação do país também parará na próxima semana, devido à falta de combustível.

Há vários hospitais a fecharem os serviços, por falta de diesel para os seus geradores, e outros serão obrigados a fazê-lo nas próximas duas semanas. Em comunicado conjunto, o Comité Internacional da Cruz Vermelha (ICRC) e os Médicos Sem Fronteiras (MSF) explicaram que o sistema médico do país está dependente de medicamentos cuja entrada no país está bloqueada.

No hospital al-Gomhouri, na capital Sana’a, os combustíveis duram mais alguns dias. “Devido aos ataques aéreos, recebemos dezenas de feridos por dia. Estamos perante uma catástrofe de saúde iminente”, explicou Nasr al-Qadasi, presidente do hospital.

De acordo com o responsável, existem 45 pessoas que têm de fazer diálise todos os dias. Também a unidade de cuidado intensivo, as cirurgias, a incubadora e os frigoríficos do hospital precisam de combustível.

Foto: Franco Pecchio / Creative Commons

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publicado às 23:10

Quem é o mais poluente, o mais corrupto, o mais transparente, o mais comunicativo?

por Mäyjo, em 07.05.15

Dados sobre os países de todo o mundo e que estavam dispersos por 80 fontes diferentes, como o Banco Mundial ou as Nações Unidas, estão agora reunidos num único portal. E há revelações sobre Portugal, que contribuiu para o desenvolvimento do projeto.

Portugal está entre os países com maior esperança de vida à nascença, mas entre os 15 piores do mundo há três Estados de expressão portuguesa. Em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau morre-se, em média, antes dos 55 anos.

Esta é apenas uma das conclusões possíveis de tirar numa pesquisa rápida ao GlobalStat, a maior base de dados mundial sobre desenvolvimento humano e globalização, criada pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) e pelo Instituto Universitário Europeu e lançada esta quinta-feira em Florença.

O portal, disponível a partir de hoje em www.globalstat.eu, reúne estatísticas dos últimos 50 anos relativas a todos os 193 países da Nações Unidas, agregando mais de 500 indicadores em áreas que vão da demografia à saúde e ao desenvolvimento económico, passando pela alimentação, ambiente ou grau de liberdade democrática. Até agora, estes dados estavam dispersos por 80 fontes diferentes, como o Banco Mundial, as Nações Unidas, o Eurostat ou a Organização Mundial do Trabalho.

De acordo com Nuno Garoupa, presidente da FFMS, o projeto é “absolutamente pioneiro”, uma vez que permite analisar dados que, por estarem tão dispersos, eram até agora difíceis de procurar e de cruzar. Além de reunir a informação desde 1960 até à atualidade, o portal torna os dados comparáveis, nomeadamente em termos de moeda.

Através do GlobalStat é possível saber, por exemplo, que o Mónaco é o país menos poluente do mundo e os Estados Unidos os que mais emitem CO2, que a Somália é o estado mais corrupto e a Dinamarca o que tem mais transparência ou que o Gabão é onde há mais telemóveis por 100 habitantes.

O portal também permite perceber melhor a posição de Portugal no mundo. Já agora, sabia que somos o 82º país mais pequeno do mundo, mas o 26º com melhor esperança de vida à nascença? Morre-se, em média, aos 80 anos, um valor próximo do Japão, que lidera esta tabela, e quase 30 anos acima do que acontece em Angola, Moçambique ou Guiné-Bissau.

“É um projeto muito importante que permite melhorar o debate público, dando mais informações aos cidadãos, que assim podem exercer um melhor escrutínio democrático. E é também fundamental para as nossas políticas públicas, que serão tão melhores quanto mais informadas forem”, frisou o ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, que esteve esta quinta-feira presente no lançamento do GlobalStat, em Florença. 

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publicado às 22:04

OS PAÍSES MAIS CORRUPTOS DO MUNDO

por Mäyjo, em 01.05.15

somalia_SAPO

A Somália e a Coreia do Norte são os países mais corruptos do mundo, de acordo com uma lista elaborada pela Transparency International relativa a 2014 e que contabiliza os níveis de corrupção de 175 países. No ranking (que pode ver, na íntegra, abaixo), as pontuações mais baixas são um sinal de “subornos muito difundidos, falta de punição para corrupção e instituições públicas que não correspondem às necessidades dos cidadãos”.

Na lista, o resultado de zero (0) é dado a um país altamente corrupto e de cem (100) para um país bastante transparente. Não existe nenhum país com pontuação de zero ou cem, mas a Somália e a Coreia do Norte estão perto do zero e a Dinamarca e Nova Zelândia do 100, com pontuações de 92 e 91, respectivamente.

Portugal encontra-se na 31ª posição da lista, à frente de Israel., Espanha, Itália ou Coreia do Sul, mas atrás de países como Barbados, Estónia, St. Vicente e Granadinas, Butão ou Botswana. Na lista de países de língua oficial portuguesa, destaque para a posição de Cabo Verde (42º lugar e um dos melhores classificados africanos) e, pela negativa, do Brasil (69ª lugar), São Tomé e Príncipe (76º), Moçambique (119ª), Timor-Leste (133ª) ou Angola e Guiné-Bissau (161º).

Veja a lista completa.

 

1 Dinamarca 92
2 Nova Zelândia 91
3 Finlândia 89
4 Suécia 87
5 Noruega 86
5 Suíça 86
7 Singapura 84
8 Holanda 83
9 Luxemburgo 82
10 Canadá 81
11 Austrália 80
12 Alemanha 79
12 Islândia 79
14 Reino Unido 78
15 Bélgica 76
15 Japão 76
17 Barbados 74
17 Hong Kong 74
17 Irlanda 74
17 Estados Unidos 74
21 Chile 73
21 Uruguai 73
23 Áustria 72
24 Bahamas 71
25 Emirados Árabes Unidos 70
26 Estónia 69
26 França 69
26 Qatar 69
29 St. Vicente e Granadinas 67
30 Butão 65
31 Botswana 63
31 Chipre 63
31 Portugal 63
31 Porto Rico 63
35 Polónia 61
35 Taiwan 61
37 Israel 60
37 Espanha 60
39 Dominica 58
39 Lituânia 58
39 Eslovénia 58
42 Cabo Verde 57
43 Coreia do Sul 55
43 Letónia 55
43 Malta 55
43 Seychelles 55
47 Costa Rica 54
47 Hungria 54
47 Maurícia 54
50 Geórgia 52
50 Malásia 52
50 Samoa 52
53 República Checa 51
54 Eslováquia 50
55 Bahrain 49
55 Jordânia 49
55 Lesotho 49
55 Namíbia 49
55 Ruanda 49
55 Arábia Saudita 49
61 Croácia 48
61 Gana 48
63 Cuba 46
64 Omã 45
64 Macedónia 45
64 Turquia 45
67 Kuwait 44
67 África do Sul 44
69 Brasil 43
69 Bulgária 43
69 Grécia 43
69 Itália 43
69 Roménia 43
69 Senegal 43
69 Suazilândia 43
76 Montenegro 42
76 São Tomé e Príncipe 42
78 Sérvia 41
79 Tunísia 40
80 Benim 39
80 Bósnia Herzegovina 39
80 El Salvador 39
80 Mongólia 39
80 Marrocos 39
85 Burkina Faso 38
85 Índia 38
85 Jamaica 38
85 Peru 38
85 Filipinas 38
85 Sri Lanka 38
85 Tailândia 38
85 Trinidad e Tobago 38
85 Zâmbia 38
94 Arménia 37
94 Colômbia 37
94 Egipto 37
94 Gabão 37
94 Libéria 37
94 Panamá 37
100 Argélia 36
100 China 36
100 Suriname 36
103 Bolívia 35
103 México 35
103 Moldávia 35
103 Níger 35
107 Argentina 34
107 Djibouti 34
107 Indonésia 34
110 Albânia 33
110 Equador 33
110 Etiópia 33
110 Kosovo 33
110 Malawi 33
115 Costa do Marfim 32
115 República Dominicana 32
115 Guatemala 32
115 Mali 32
119 Bielorrússia 31
119 Moçambique 31
119 Serra Leoa 31
119 Tanzânia 31
119 Vietname 31
124 Guiana 30
124 Mauritânia 30
126 Azerbaijão 29
126 Gâmbia 29
126 Honduras 29
126 Cazaquistão 29
126 Nepal 29
126 Paquistão 29
126 Togo 29
133 Madagáscar 28
133 Nicarágua 28
133 Timor-Leste 28
136 Camarões 27
136 Irão 27
136 Quirguistão 27
136 Líbano 27
136 Nigéria 27
136 Rússia 27
142 Comoros 26
142 Uganda 26
142 Ucrânia 26
145 Bangladesh 25
145 Guiné-Conakri 25
145 Quénia 25
145 Laos 25
145 Papua Nova Guiné 25
150 República Centro Africana 24
150 Paraguai 24
152 República do Congo 23
152 Tajiquistão 23
154 Chade 22
154 República Democrática do Congo 22
156 Cambodja 21
156 Myanmar 21
156 Zimbabué 21
159 Burundi 20
159 Síria 20
161 Angola 19
161 Guiné-Bissau 19
161 Haiti 19
161 Venezuela 19
161 Iémen 19
166 Eritreia 18
166 Líbia 18
166 Uzbequistão 18
169 Turquemenistão 17
170 Iraque 16
171 Sudão do Sul 15
172 Afeganistão 12
173 Sudão 11
174 Coreia do Norte 8
174 Somália 8

Foto: John Martinez Pavliga / Creative Commons

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publicado às 18:15

LISBOA MELHOROU A QUALIDADE DO AR

por Mäyjo, em 26.04.15

lisboa_SAPO

A qualidade do ar na cidade de Lisboa tem melhorado, segundo dados  recolhidos entre 2008 e 2014 nas seis estações de monitorização da capital, sendo a zona da Avenida da Liberdade a apresentar piores resultados.

À margem de uma sessão sobre “Qualidade do Ar na Cidade de Lisboa”, organizada pela Lisboa E-Nova – Agência Municipal de Energia-Ambiente, que decorreu ontem no Centro de Informação Urbana de Lisboa, foi apresentada a evolução da qualidade do ar na cidade durante os últimos anos, bem como as diversas acções que têm sido levadas a cabo pelo município no sentido de minimizar as emissões poluentes.

Os dados apresentados pelo responsável do Departamento de Ambiente e Espaço Público (DAEP) da Câmara de Lisboa, João Pedro Santos, revelam “uma tendência clara de descida” dos valores de dióxido de azoto e das partículas em suspensão presentes no ar, ambos provenientes essencialmente do tráfego rodoviário.

A avaliação e a gestão da qualidade do ar ambiente em Lisboa são da competência da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), que dispõe de seis estações fixas de monitorização: Avenida da Liberdade, Entrecampos, Santa Cruz de Benfica, Restelo, Olivais e Beato.

A estação de monitorização na Avenida da Liberdade é a que regista os dados mais negativos da cidade em termos de qualidade do ar, que apesar de uma melhoria gradual ao longo dos anos, apresenta ainda uma concentração média anual de dióxido de azoto que excede os limites estipulados pela União Europeia.

Segundo João Pedro Santos, a Câmara de Lisboa tem apostado, principalmente, em medidas de gestão e acalmia do tráfego rodoviário, através da definição e implementação de Zonas de Acesso Condicionado, Zonas 30 e Zonas de Emissões Reduzidas (ZER).

A assistir à secção, o vereador da Estrutura Verde e Energia, José Sá Fernandes, afirmou à agência Lusa que a qualidade do ar na cidade de Lisboa está “bastante melhor”, mas que o município vai “fazer mais”. “O grande problema é que isso não depende só de nós [Câmara de Lisboa], depende muito dos transportes públicos”, disse o vereador, justificando a luta do município contra a privatização dos transportes.

De acordo com o agregador O Meu Bem Estar, a Câmara de Lisboa pretende ter a gestão dos transportes públicos da cidade para poder implementar “uma serie de medidas, não só para a mobilidade, mas para tirar mais carros da rua e para oferecer melhor serviço às pessoas”, garante o vereador José Sá Fernandes.

Foto: Amina Tagemouati / Creative Commons

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publicado às 01:25

As piores estatísticas de cada país europeu

por Mäyjo, em 20.01.15

As piores estatísticas de cada país europeu

E se juntássemos o pior da União Europeia, que tipo de país teríamos? O Thrillism pesquisou algumas das piores estatísticas de cada país e elaborou o perfil dessa hipotética federação. 

Áustria: mais jovens fumadores

Por alguma razão, os jovens austríacos pensam que fumar é charmoso: todos os dias 29,4% dos austríacos entre os 15 e os 24 anos puxam do cigarro todos os dias.

Bélgica: piores congestionamentos de trânsito

As duas cidades com pior trânsito do mundo, Bruxelas e Antuérpia, são belgas

Bulgária: pior liberdade de imprensa

Numa altura que se fala tanto de liberdade de imprensa, há que referir que um dos países com pior liberdade de imprensa encontra-se na Europa, a Bulgária.

Croácia: menor número de Erasmus

Os croatas não se interessam muito pelo programa de troca de estudantes europeu, o Erasmus

Chipre: menor número de jovens de 18 anos na escola

Não há muitos cipriotas de 18 anos na escola, pelo menos quando comparado com o resto dos países europeus

República Checa: pior país no que toca à “escravatura moderna”

Segundo o Thrisllist, a República Checa lidera o tráfico de mulheres na Europa

Dinamarca: Menos Zaras per capita

Não é necessariamente uma má estatística, mas a Dinamarca não é conhecida por índices excessivamente mórbidos. Ainda assim, aqui fica a notícia: existem apenas duas lojas Zara no país.

Estónia: maior discrepância entre salários de homens e mulheres

Na Estónia, uma mulher ganha menos 27,3% que um homem que faça a mesma função.

Finlândia: maior taxa de depressão

Com tão pouco sol, não era de esperar outra coisa: a Finlândia é o país da Europa com uma maior taxa de depressão.

França: menor fluência em inglês

Outra estatística que não traz grandes surpresas: a França é o país onde se fala pior inglês.

Alemanha: menor taxa de proprietários de casas

Os alemães adoram arrendar casa – segundo o Thrilist, existe uma razão: eles já são proprietários de muitas casas gregas e espanholas. Má-língua!

Grécia: maior dívida externa

No final de 2013, a dívida externa grega tinha estabilizado nos 130% do seu PIB.

Hungria: maior IVA

Portugal fica muito próximo, mas é a Hungria que tem um IVA mais alto na Europa: 27%.

Irlanda: maior taxa de fibrose cística

A Irlanda tem a maior percentagem de fibrose cística da Europa: um caso por cada 1.800 nascimentos.

Itália: Maior evasão fiscal

Cerca de €200 mil milhões (R$ 631 mil milhões) por ano são perdidos devido a impostos não pagos pelos italianos.

Letónia: maior percentagem de presos

Cerca de 305 em cada 100.000 habitantes da Letónia estão presos.

Lituânia: maior taxa de suicídios

A Finlândia tem a maior percentagem de deprimidos, mas é a Lituânia quem lidera nos suicídios.

Luxemburgo: Menor gasto em educação

Em 2007, o Luxemburgo gastou apenas 3,15% do seu PIB para financiar a educação.

Malta: país onde é mais complicado abrir um negócio

Não existe simplex em Malta: o país está no 161ª lugar, numa lista de 189 países compilada pelo Banco Mundial, onde é mais difícil abrir um negócio.

Holanda: maior percentagem de ciclistas mortos em acidentes na estrada

A Holanda é um dos países com maior número de ciclistas do mundo, mas também de mortes na estrada ligadas aos utilizadores de bicicleta.

Polónia: menos médicos per capita

A Polónia não é um bom país para adormecermos, uma vez que existem poucos médicos per capita.

Portugal: menor taxa de nascimento

Não é novidade nenhuma: Portugal é um dos países onde menos se nasce no mundo – e na Europa.

Roménia: menos cinemas per capita

Os romenos não são grandes fãs de cinema, a julgar por esta estatística ligada ao entretenimento.

Eslováquia: maior abstenção

Apenas 13,05% da população eslovaca vota regularmente. Sim, 13,05%!

Eslovénia: mais mortes ligadas ao alcoolismo

Alguém tinha de liderar nesta estatística, mas o Thrillism não exibe quais os números.

Espanha: maior taxa de abandono escolar

Os nossos vizinhos não são grandes estudantes: cerca de 23,5% não completa o ensino obrigatório.

Suécia: Menos camas de hospital per capita

Aqui está uma estatística interessante. Será que a Suécia tem menos doentes que os outros países?

Reino Unido: maior utilização de cocaína

Para além da cocaína, os britânicos também lideram na utilização de anfetaminas, ecstasy e LSD.

Foto: Caitlin Regan / Creative Commons

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publicado às 22:25


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

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