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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Obesidade

Mäyjo, 26.05.20

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A obesidade é o maior problema de saúde na atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais.
Na China, o país mais populoso do mundo, estimativas revelam que o percentual de obesos já atingiu 15% da população, enquanto que o percentual de subnutridos é de 11%. A agravante é que à medida que diminui o percentual de subnutridos, aumenta o de obesos. 
Nos EUA, pesquisas mostram que 30% dos americanos são obesos, mas esse número provavelmente deve ser maior, cerca de 50%, isto porque os americanos têm critérios avaliativos pouco rígidos, diferentes dos critérios mais rígidos dos europeus. 
Na Europa e Japão a obesidade atinge 20% da população. 
As principais causas da obesidade é o alto consumo de alimentos não saudáveis, sedentarismo e consumo de alimentos industrializados. 
A OMS (Organização Mundial de Saúde) criou um termo chamado “globesidade” decorrente das mudanças ocorridas no processo de globalização. Mas esse problema não se restringe aos ricos e à classe média, é também problema dos pobres.

Ranking da corrupção em 2016

Mäyjo, 10.01.18

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Estudo, feito pela Transparência Internacional, analisa perceção da população dos países sobre a corrupção; Dinamarca e Nova Zelândia lideram ranking como menos corruptos.

O ranking leva em consideração a perceção que a população tem sobre a corrupção entre servidores públicos e políticos. Quanto melhor um país está situado no ranking, menor é a perceção da corrupção por seus cidadãos.

A pontuação do ranking vai de 0 (extremamente corrupto) a 100 (muito transparente).

A Somália, com 10 pontos no ranking, é o país com maior perceção de corrupção dentre as nações analisadas. O país africano ocupa a última posição no ranking pelo décimo ano consecutivo.

 

 

E se o talão de supermercado mostrasse quantas calorias estás a comprar?

Mäyjo, 19.03.16

E se o talão de supermercado mostrasse quantas calorias estás a comprar?

Designer britânico acredita que supermercados podem ajudar a resolver "epidemia da obesidade".

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Os recibos de supermercado deviam introduzir gráficos com informação nutricional para ajudar a resolver a "epidemia da obesidade". A proposta de Hayden Peek, designer britânico, passa pela utilização de cores semelhantes às que já são utilizadas em alguns alimentos. Os dados nutricionais estariam no sistema do supermercado e quando o utilizador fazia a compra podia ter no recibo uma visão das opções que fez: "Com esta informação, a complexidade da questão é desmontada e com um simples gráfico é possível ter uma ideia de quão saudável é a dieta", resume. 

 

"Imagine uma mãe que vai fazer compras para a família. E semana após semana, o talão do supermercado permanece vermelho. Por quanto tempo pode ela ignorar esta informação? Quanto tempo passará até ela entrar em acção e fazer algumas mudanças?", questiona o designer. 

 

Segundo dados disponibilizados por Hayden Peek, a Organização Mundial de Saúde prevê que 74% dos homens e 64% das mulheres no Reino Unido serão obesos em 2030. 

 

in: P3

Uma em cada cinco crianças no mundo não recebe vacinação de rotina

Mäyjo, 09.12.15

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou ontem que uma em cada cinco crianças no mundo não recebe as vacinas de rotina e que anualmente um milhão e meio de menores morre de doenças contra as quais existe vacinação.

“Um total de 18,7 milhões de crianças com menos de um ano não receberam a vacina contra a difteria, como recomendamos”, disse o responsável pelo departamento de vacinação da OMS, Philippe Duclos.

A agência das Nações Unidas manifestou ontem a sua preocupação face à corrente que defende a não utilização de vacinas, um dos aspetos que dificulta as metas mundiais de imunização.

Para o responsável, não é possível traçar o perfil das pessoas que recusam a vacinação com base em parâmetros como a classe social, escolaridade, nacionalidade ou origem étnica

De acordo com Philippe Duclos, um alto nível de educação não significa a aceitação automática das vacinas.

Também não depende do nível socioeconómico do país, segundo frisou o responsável, que recordou um caso registado numa região do Reino Unido, onde várias pessoas defendiam que certas vacinas provocavam graves doenças neurológicas nas crianças.

O representante da OMS também mencionou um caso mais recente verificado em França, onde também existiu uma corrente contra a vacina da hepatite B.

Philippe Duclos explicou que a recusa da vacinação pode ser atribuída a vários fatores, como as crenças baseadas em mitos, a desinformação, a desconfiança face aos profissionais de saúde e ao sistema sanitário, a influência dos líderes comunitários, os custos e as barreiras geográficas.

O medo de agulhas também pode funcionar como um impedimento. Sobre este aspeto, a OMS vai publicar em breve um conjunto de recomendações para atenuar a dor no momento da injeção.

“Não existe uma estratégia única, mas poderá passar pela participação de líderes influentes para promover a vacinação junto das comunidades, pela mobilização social, pelos meios de comunicação, bem como pela criação de melhores acessos à vacinação”, disse o perito.

A taxa de vacinação a nível mundial é atualmente de 86% e o objetivo da OMS é chegar aos 90% até ao final deste ano.